Crítica e resignação. O trânsito constante entre categorias nativas e categorias analíticas: a força política e estética da categoria indústria cultural.

Elder Maia Alves

Resumo


Este trabalho abriga o propósito de descortinar os diferentes usos analíticos e políticos da categoria de indústria cultural. Para tanto, busca apresentar a consecução e regularidade de um trânsito simbólico e discursivo envolvendo duas ordens de categorias conceituais: as categorias nativas (forjadas, elaboradas e reelaboradas pelos agentes sociais diante das
contingências que compõem as pautas e os recursos lingüísticos em meio ao cotidiano prosaico da experiência psicossocial) e as categorias analíticas (talhadas como recursos teórico metodológicos para compreender e interpretar a estruturação da vida cotidiana dos agentes, seus impasses, tensões e construções de horizontes de significado dentro da dinâmica sóciohistórica). A proximidade dessas duas ordens conceituais, assim como seu trânsito permanente, imprimiu uma importância política e analítica particular ao conceito de indústria cultural no decurso da segunda metade do século XX.

Palavras-chave


indústria cultural, categorias analíticas, categorias nativas, modernização cultural

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