Revista Contexto Geográfico https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico <div id="janelamailtopopupMail" style="z-index: 1;"> <div id="janelamailtocontentPopupModalMail"> <div id="janelamailtomailClosePopup"><img src="https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/management/settings/context//index.php/contextogeografico/manager/setup/" alt="" />A Revista Contexto Geográfico consiste em uma publicação do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente – IGDema, unidade acadêmica pertencente a Universidade Federal de Alagoas. O seu principal propósito é a difusão de conhecimento e o debate em um espaço aberto para todos aqueles que se interessam, pensam e fazem pesquisas no âmbito do interesse da Ciência Geográfica, em diferentes circunstâncias, de todas as correntes teórico-metodológicas e linhas de pensamento.</div> </div> </div> pt-BR <span>Os Autores dos trabalhos aceitos para publicação na revista CONTEXTO GEOGRÁFICO devem concordar com os termos a seguir: a) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado sob a </span><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</a>;<span> b) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online;e c) Considerando que o acesso a revista é público, os artigos publicados são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.</span><div id="janelamailtopopupMail" style="z-index: 1;"><div id="janelamailtocontentPopupModalMail"><div id="janelamailtomailClosePopup"> </div><div id="janelamailtopopupMailModal"> </div></div></div> contexto.geografico@gmail.com (Melchior Carlos do Nascimento ) esdras.andrade@igdema.ufal.br (Esdras de Lima Andrade ) seg, 25 jul 2022 12:14:18 -0300 OJS 3.2.1.3 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DA OCORRÊNCIA DE ALAGAMENTOS EM ÁREA INTENSAMENTE URBANIZADA https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13407 <p>A intensa urbanização associada ao regime de marés altas e elevados índices pluviométricos favorece a ocorrência de alagamentos no município de Aracaju (SE) no período chuvoso. Este estudo visa realizar a análise espaço-temporal, entre os anos de 2010 e 2020, dos pontos de alagamento e identificar e espacializar as áreas vulneráveis e recorrentes ao alagamento. Técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, como geração de mapas de declividade e hipsometria e interpolação por Kernel, propiciaram a análise. Foi possível constatar que há uma tendência de recorrência dos pontos de alagamentos situados nos bairros 13 de Julho e São José. Esses bairros localizam-se próximo ao estuário do rio Sergipe e expandiram-se em área de manguezal, naturalmente alagável. O bairro Jabotiana, que não apresentava nenhum ponto de alagamento no ano de 2010, apresentou 8 pontos em 2020, em função da sua proximidade com o rio Poxim e da recente urbanização com muitas edificações. Os bairros instalados no entorno das planícies de inundação fluviomarinha são suscetíveis a alagamentos. Conclui-se que as áreas mais vulneráveis aos alagamentos estão relacionadas com as maiores intervenções antrópicas, como a impermeabilização do solo, canalização, estreitamento, retilineação e soterramento inadequados de rios e córregos.</p> Paulo Sérgio de Rezende Nascimento, Kisley Santos Oliveira Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13407 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 REFLEXÕES SOBRE OS USOS E DESIGUALDADES TERRITORIAIS NOS MUNICÍPIOS DO TOCANTINS https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13397 <p>Este trabalho tem como objetivo refletir sobre os usos do território nos municípios tocantinenses. Para tanto utilizou-se de informações e dados oficiais sobre a distribuição espacial de hospitais, indústrias e empresas, bem como o índice da educação básica no estado do Tocantins.&nbsp; Santos (2000) afirma que o território é usado por tudo e por todos e demonstra os que detêm mais capacidade de uso, atores hegemônicos, que utilizam o território como recurso; ou os que não detêm tal capacidade de uso, os atores hegemonizados, mas que têm o território como abrigo. A Constituição de 1988 firmou garantias à população brasileira que deveriam constituir usos mais igualitários do território brasileiro, refletidos em cada ente da federação, principalmente nos municípios. A representação espacial de temas ligados aos direitos sociais garantidos na Carta Magna de 1988 permitiram analisar os usos e as desigualdades nos municípios do estado do Tocantins.</p> Denis Ricardo Carloto, Robson Francisco Barros dos Santos Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13397 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 IMPACTOS DA COVID-19 NAS TERRITORIALIDADES TRADICIONAIS QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE BOM CONSELHO - PERNAMBUCO https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13416 <p><strong>RESUMO</strong> – A pandemia da Covid-19, em curso em todo o mundo, tem afetado, de forma mais intensa, as populações tradicionais. No caso do Brasil, país com mais de 213 milhões de pessoas (IBGE, 2021), as populações pobres e tradicionais (rurais e urbanas) foram impactadas diretamente pela Covid-19, trazendo à luz a necessidade de uma maior discussão sobre as condições de vulnerabilidades desses povos, dos seus territórios, a carência de assistência social e de saúde, bem como a dependência econômica. Nessa perspectiva, no presente artigo, analisamos preliminarmente, os impactos da pandemia da Covid-19 nas territorialidades quilombolas de Bom Conselho, no Agreste de Pernambuco, município onde estão assentadas onze comunidades quilombolas autodeclaradas e certificadas pela Fundação Cultural Palmares.</p> Juarez Cavalcante Ferreira Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13416 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 A ECONOMIA DA POBREZA E AS DESIGUALDADES: COMO JULGAMENTOS E VIESES PODEM APROFUNDAR A DISTÂNCIA ENTRE RICOS E POBRES https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13337 <p>O presente artigo apresenta o tema da economia da pobreza e as desigualdades múltiplas que as sociedades enfrentam, e suas repercussões em termos de exclusão social, principalmente em países pobres. A compreensão das causas das desigualdades é vital para a ampliação da renda e para a promoção da mobilidade social. Apesar de bastante estudado, as áreas que pesquisam as desigualdades ainda apresentam análises parciais do tema, muitas vezes abordando separadamente as questões econômicas das questões de raça e gênero. Nosso propósito, portanto, é ampliar a visão do tema para questões fora do <em>mainstream </em>econômico, como o impacto dos vieses cognitivos e dos julgamentos nas formulações de políticas públicas. A partir de análises de pesquisas e de leituras bibliográficas percebemos que a forma de pensar dos agentes econômicos modela suas ações,&nbsp; com frequência gerando resultados adversos aos inicialmente pretendidos. Concluímos afirmando que as políticas públicas devem ser calibradas para cada caso específico e duradouras no longo prazo, para que realmente possam mudar as estruturas que promovem as desigualdades múltiplas no país.</p> Laudeny Fábio Barbosa Leão Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13337 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 PLANEJAMENTO URBANO EM IMPERATRIZ (MA): UMA PERSPECTIVA CRÍTICA NA LÓGICA DO BAIRRO DE SANTA INÊS https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13232 <p>A cidade média de Imperatriz é a segunda cidade mais importante do Estado do Maranhão perdendo apenas em complexidade e quantidade de população para a capital regional São Luís. Esse condicionante coloca Imperatriz como uma importante cidade na região, sendo nó estratégico para as complexidades do mercado regional-nacional. Porém, foi verificado na pesquisa que a cidade possui grande problemas no planejamento urbano, pois mesmo com uma população acima de 250 mil habitantes ela ainda não possui institucionalizado um plano diretor, gerando grandes gargalos nas boas práticas da gestão pública. O resultado é que a cidade cresceu economicamente e se expandiu fisicamente, mas sem grandes ações na área do planejamento urbano e isso pode ser verificado na análise do Bairro de Santa Inês que é uma representação da parte da totalidade da cidade.</p> José Geraldo Pimentel Neto, Keilha Correia da Silveira, Diego Quintino Silva Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13232 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 OS USOS DO TERRITÓRIO E AS POLÍTICAS DE INCENTIVOS GOVERNAMENTAIS EM ALAGOAS https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13876 <p>O território é usado por diversos agentes, empreendendo múltiplas ações fundamentadas nos interesses e princípios particulares, sobressaindo os usos empreendidos pela sociedade civil, empresas, agentes financeiros e Estado. Assim, torna-se possível elucidar a complexidade das ações desses agentes no território. Portanto, o presente artigo desenvolve uma discussão dos principais incentivos governamentais no estado de Alagoas, considerando a participação das três instâncias governamentais (federal, estadual e municipal) no favorecimento às organizações empresárias, representando uma tentativa de compreensão das dinâmicas territoriais a partir dos usos empreendidos pelas empresas e pelo Estado no território. Verificou-se que essas políticas de incentivos representam ações importantes ao crescimento das empresas instaladas em Alagoas, mais sensível para as empresas internas, que quando incentivadas incorporam inovações e aumentam a competitividade frente aos representantes do grande capital, daí a importâncias dessas políticas estarem voltadas principalmente para as empresas internas, cumprindo assim seus objetivos de fortalecimento das forças produtivas locais.</p> Clevisson José da Silva, Antonio Alfredo Teles de Carvalho, Cícero Péricles de Oliveira Carvalho, Dhiego Antonio de Medeiros Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13876 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 ASPECTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA UTILIZAÇÃO DO MODELO GTP (GEOSSISTEMA, TERRITÓRIO, PAISAGEM) NA COMPREENSÃO DA CADEIA PRODUTIVA DE CELULOSE NO MUNICÍPIO DE IMPERATRIZ – MARANHÃO – BRASIL https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13637 <p>O presente trabalho tem por objetivo principal discutir a utilização do modelo GTP (Geossistema, território e paisagem) na compreensão da dinâmica de expansão da monocultura da silvicultura do eucalipto no município de Imperatriz, estado do Maranhão, Brasil. Neste contexto, aborda revisão sobre os conceitos de geossistema, território e paisagem e busca conecta-los com a dinâmica da cadeia produtiva da atividade econômica em questão. Metodologicamente, são utilizados dados primários originários de pesquisa de campo (Fotografias e mapas) além de dados secundários originários principalmente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p> Allison Bezerra Oliveira, Paulo Bonfim Sousa, Rafael de Oliveira Araújo Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13637 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300 A POÉTICA DO ESPAÇO https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13005 <p>Contrário à ideia de que o espaço da casa represente um objeto, o capítulo I, da Poética do espaço, de Gaston Bachelard, reflete sobre as relações simbólicas pelo viés da relação realidade e imaginação na construção de um ideário marcado pela fenomenologia.</p> Rafael Alves de Freitas Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 https://www.seer.ufal.br/index.php/contextogeografico/article/view/13005 seg, 25 jul 2022 00:00:00 -0300