Revista Crítica Histórica https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica <p class="caption">A <strong>Revista</strong> <strong>Crítica Histórica</strong> (ISSN: 2177-9961 - Qualis B1) é uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em História - Mestrado da Universidade Federal de Alagoas. Seu objetivo principal é divulgar a produção historiográfica em geral com ênfase em pesquisas originais e articular a troca de informações junto a outros pesquisadores da região e do país. Com isso, quer-se criar um veículo democrático para o debate e a reflexão crítica sobre os temas históricos de interesse regional e nacional.</p> <p class="caption">Compreende-se que através dos estudos históricos é possível buscar o conhecimento dos processos dinâmicos da sociedade no tempo e no espaço com as perspectivas de transformação e melhoria da vida social como um todo.</p> <p class="caption">Isso posto a Revista Crítica Histórica compõe-se das seguintes sessões:</p> <p class="caption"><strong><em>Dossiê Temático</em></strong><strong>:</strong> composto por artigos sobre uma temática específica eleita pelo Conselho Administrativo e/ou coordenada por especialista da área.</p> <p class="caption"><strong><em>Artigos Gerais</em></strong><strong>:</strong> a sessão é composta por artigos aprovados pelo Conselho Consultivo entre os recebidos durante as Chamadas Abertas e/ou fluxo contínuo<em> </em>para o público pesquisador em geral.</p> <p class="caption"><strong><em>Resenhas</em></strong><strong>:</strong> resenha de livros lançados e/ou reeditados/traduzidos no Brasil nos últimos cinco (5) anos, além dos clássicos que componham bibliografia importante para a História.</p> <p class="caption"><em><strong>Ensaios</strong></em>: textos que tragam reflexões amplas sobre a produção historiográfica de modo geral ou em recortes específicos, sem que o/a autor/a pretenda esgotá-lo, exposta de maneira pessoal ou mesmo subjetiva.</p> <p class="caption"><strong><em>Entrevistas</em></strong><strong>:</strong> Com pesquisadores, especialistas e professores da área de História e Ciências Sociais que tenham contribuído com o desenvolvimento de suas áreas no país.</p> pt-BR <p><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/">https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/</a> </p> <p> </p> revista.criticahistorica@gmail.com (Irineia Maria Franco dos Santos) irineia.franco@ichca.ufal.br (Irinéia Maria Franco dos Santos) qua, 01 dez 2021 07:17:30 -0300 OJS 3.2.1.3 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13151 <p>Editorial da edição nº 24.</p> Irineia Maria Franco dos Santos Copyright (c) 2021 Irineia Maria Franco dos Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13151 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Um “astro” do crime: diversos perfis de Antônio Dó pela imprensa norte-mineira https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/10522 <p>As denominadas <em>fake News</em> obteveram uma maquiagem de credibilidade com o uso das novas mídias digitais, passando-se por conhecimento noticioso confiável. Todavia, ainda que a <em>internet</em> tenha corroborado e intensificado sua propagação, a divulgação das notícias falaciosas não é um fenômeno recente e tem movido a história da humanidade desde seus primórdios. A atualidade do debate acerca do falseamento das notícias, as <em>fake News</em>, nos remete à pesquisa outrora feita, em que são analisadas algumas publicações dos jornais da época, cuja “produção cultural” foi alimentada pela história de um fazendeiro que viveu na cidade de São Francisco, localizada no Norte de Minas Gerais, conhecido como Antônio Dó. A vida do sitiante teria sido pacata, como a de qualquer outro sertanejo norte-mineiro, não fosse o fato de ter sido alvo de diversas publicações dos jornais locais, que o retratavam como o mais temido e violento bandoleiro do Alto Médio São Francisco.</p><p> </p> Rejane Meireles Amaral Rodrigues Copyright (c) 2020 Rejane Meireles Amaral Rodrigues https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/10522 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Economia e crise sanitária na Província da Bahia: as epidemias de febre amarela e cólera-morbo (1849 – 1856) https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12121 <p>O presente artigo tem como objetivo analisar os impactos econômicos sofridos pela Província da Bahia durante as epidemias de febre amarela e cólera-morbo nos anos 1850, mais precisamente, entre os anos de 1849 e 1856. A Província da Bahia, assim como grande parte do território brasileiro, vivenciou um período bastante dramático durante a primeira parte da década de 1850, quando duas pandemias ocorreram num intervalo de tempo muito curto. Primeiro, na segunda metade do ano de 1849, começava a crise sanitária provocada pela febre amarela trazida por uma embarcação estadunidense. Após um ano com elevado número de casos e mortes, a epidemia arrefeceu e permaneceu por meio de surtos que foram registrados até 1857. Logo em seguida, no ano de 1855, o cólera-morbo alcançou o Brasil após uma onda devastadora na Europa. Tanto a Província da Bahia, quanto o Brasil, enfrentaram uma crise sanitária ainda mais grave, com um número bastante elevado de vítimas fatais. Este estudo visa a contribuir para uma compreensão mais ampla dessas duas emergências sanitárias por meio de uma análise mais detida sobre seus desdobramentos econômicos na Província da Bahia, uma das mais atingidas e, até o momento, pouco estudada pela historiografia a partir dessa perspectiva.</p> Marcos Guedes Vaz Sampaio Copyright (c) 2021 MARCOS GUEDES VAZ SAMPAIO https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12121 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Amapá: (im)possibilidades para a discussão da diversidade de gênero na formação docente https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11064 Este artigo apresenta análise documental do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Campus Santana, no tocante à inclusão ou não no ementário das disciplinas componentes da Matriz Curricular, nas bibliografias básica e complementar, de tópicos ou conteúdos que permitam a discussão da temática diversidade de gênero. Para alcançar o referido objetivo, optou-se por uma trilha metodológica que pudesse conjugar além da análise do mencionado projeto, elementos de pesquisa descrita com aqueles já bastante utilizados da pesquisa qualitativa com uso de procedimento bibliográfico. Somente a partir da proposta análise documental é que foi possível extrair como resultado o entendimento de que apesar de o PPC ainda não conter de maneira explícita conteúdos ou tópicos que possibilitem a discussão da temática diversidade de gênero, permite a abertura de caminhos para que essas sejam tratadas e, a partir disso, extrai-se a conclusão de que esse artigo possa despertar em outros pesquisadores a consciência para que direcionarem seus olhares à questão bastante essencial do gênero e que ainda encontra resistência em alguns ambientes formais de ensino. Victor André Pinheiro Cantuário, Ricardo Batista Ferreira, Thiago Araújo Martins Copyright (c) 2021 Victor André Pinheiro Cantuário, Ricardo Batista Ferreira, Thiago Araújo Martins https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11064 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Paraíba em armas: João da Maia da Gama e a Guerra dos Mascates https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11184 <p>Após prestar anos de serviços militares na Índia e na Guerra da Sucessão Espanhola (1702-1714), o lusitano João da Maia da Gama foi agraciado com o cargo de capitão-mor e governador da Paraíba em 1708. Aportando na capitania em um crítico período da história colonial brasileira, João da Maia participou ativamente da administração colonial, traçando planos e estratégias nos campos político, econômico e militar, inclusive, envolvendo-se na Guerra dos Mascates (1710-1) em Pernambuco. O presente artigo pretende analisar como se efetivou a sua intervenção no conflito pernambucano – ação mais lembrada pela historiografia -, buscando perceber quais as possíveis motivações e estratégias políticas envolvidas na ação do governador, bem como observar suas práticas no exercício de suas funções governamentais, observando seus limites jurisdicionais e a possibilidade de autonomia frente às diretrizes metropolitanas.</p> Isabela Augusta Carneiro Bezerra Copyright (c) 2020 Isabela Augusta Carneiro Bezerra https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11184 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Reflexões sobre masculinidade e gênero: expressões em grafitos escolares https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11190 Este artigo objetiva refletir sobre algumas representações de masculinidade e questões de gênero presentes em grafitos escolares produzidos por adolescentes em uma escola Estadual no noroeste paulista, entre os anos de 2018 e 2019. Buscamos analisar nas imagens elementos de construção da masculinidades, subjetividades, estigmas e preconceitos de gênero. Em relação a metodologia optamos por uma pesquisa descritiva-exploratória, de cunho qualitativo, no qual utilizaremos elementos da Análise Crítica do Discurso, pois permite examinar aspectos imagéticos, socioculturais e linguísticos. Na lida com as imagens se aduz que estas devam ser tratadas pelo que dizem, como dizem e disposições, da linguagem alocadas aos grafitos, a variedade, pelos termos que estes jovens utilizam, pelas zonas de silêncio ali estabelecidas. Os resultados apontam a existência de preconceitos de gênero e de sexualidades, advogamos em favor a discussões reflexivas com o intuito de diluir elementos da masculinidade tóxica machista arraigada. Adriano Rogério Cardoso, Tânia Regina Zimmermann Copyright (c) 2020 Adriano Rogério Cardoso, TÂNIA Regina Zimmermann https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11190 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Nas sendas da liberdade: as alforrias cartoriais e suas tipologias nas Minas Gerais do século XIX https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12366 As alforrias constituem um elemento central para se pensar a instituição escravista brasileira e suas transformações. A partir de um denso levantamento dos registros cartoriais das alforrias de dois importantes centos escravistas de Minas Gerais – São João del-Rei e Diamantina –, no século XIX, pudemos analisar quantitativa e qualitativamente os processos de produção da liberdade. O estabelecimento de uma classificação tipológica nos permitiu comparar as dinâmicas das manumissões entre essas localidades e também com outras regiões. Nossos dados apontam que as alforrias estiveram marcadas por fortes relações assimétricas de poder, que contribuíram para reafirmar e reproduzir as hierarquias e a própria ordem escravista. Bruno Martins de Castro, Vanda Lúcia Praxedes Copyright (c) 2021 Bruno Martins de Castro https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12366 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 A utilização de trabalhadores escravizados na pequena produção do Continente do Rio Grande de São Pedro (Jaguarão/RS, 1802 - 1835) https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12451 <p class="FG9autor">Este trabalho tem como objetivo debater sobre a utilização da mão de obra de trabalhadores escravizados entre os pequenos produtores de Jaguarão/RS, durante o período de 1802 – 1835. Para o debate realizado, foram utilizadas como fontes principais 67 inventários <em>post mortem</em> considerados de pequena produção, assim como documentos de procedência judiciária. Neste universo documental, foi constatada a presença de cativos em 88% das pequenas unidades produtivas rurais, perfazendo uma média de 4,6 por domicílio. Ao direcionarmos nossa atenção para os pequenos produtores, ressaltamos que o debate sobre a disseminação dessa mão de obra torna-se ainda mais necessário, devido esses atores estarem constantemente atrelados a ideia da incapacidade de acúmulo de recursos para obterem acesso aos trabalhadores escravizados. Nesse sentido, buscamos problematizar as escravarias encontradas nesses pequenos estabelecimentos rurais, assim como apontar indagações e provocações inciais sobre a necessidade de compreendermos onde essa mão de obra era empregada no meio rural do Rio Grande do Sul colonial.</p> Franklin Fernandes Pinto Copyright (c) 2021 Franklin Fernandes Pinto https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12451 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 O lugar do rei no comércio de escravos: Portugal, Daomé e Porto Novo em 1810 https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12832 <p>Desde os primeiros tempos da expansão portuguesa no Atlântico, ainda no século XV, Portugal mantinha relações diplomáticas com diferentes “reinos” africanos. Em 1810 dois reinos da Costa da Mina enviaram embaixadas à corte portuguesa, então instalada no Rio de Janeiro, para negociar com dom João, então regente de Portugal, novos acordos para o comércio de escravos. Uma embaixada foi enviada por <em>dadá</em> Adandozan que foi “rei” do Daomé entre 1797 e 1818/20; e a outra por <em>dè </em>Ajohan, “rei” de Ardra entre ca.1807 e ca.1816. Ao longo do texto uso os termos “rei” e “reino” para as formações políticas africanas, assim como “embaixadas” e “embaixadores”, porque serem termos que aparecem na documentação portuguesa da época. Essa terminologia indica o reconhecimento desses governantes como autoridade legítima sobre um determinado povo e como interlocutores de relações diplomáticas e comerciais com Portugal.&nbsp;</p> Mariza de Carvalho Soares Copyright (c) 2021 Mariza de Carvalho Soares https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12832 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Protagonistas das batalhas: a guerra preta de Angola https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13071 <p>Este artigo tem como objetivo analisar a guerra preta, maior contingente presente nas campanhas militares em Angola do século XVIII. A importância desta tropa foi confirmada pela historiografia especializada, que evidenciou a necessidade de reconhecimento das forças locais africanas e o estabelecimento de alianças políticas para sucesso das campanhas. A guerra preta foi elemento demográfico principal das fileiras militares, o que fez prevalecer os costumes bélicos locais, mesmo nas guerras de iniciativa do governo português.&nbsp; Sem isso, era impossível aos poderes lusos formar tropas e fazer guerras. Considerando a centralidade desta tropa visamos compreender melhor os elementos que a compõe, os títulos políticos, suas hierarquias, os discursos, e memórias sobre esta força militar.</p> Ariane Carvalho Copyright (c) 2021 Ariane Carvalho https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13071 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 A conjuração dos degredados em Angola, 1763 https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11247 Neste artigo, abordei a atuação política dos degredados condenados através da <em>Conjuração dos Degredados</em>, ocorrida em 1763. Pretendeu-se analisar como e porquê ocorreu a conjuração, quem eram os participantes, quais as suas condenações, as possíveis diferenciações nas condenações e como estas serviram de exemplo aos demais degredados. Isto foi possível através dos avulsos do Arquivo Histórico Ultramarino, da obra do cronista Elias Alexandre da Silva Corrêa e de bibliografia complementar. Juliana Diogo Abrahão Copyright (c) 2021 Juliana Diogo Abrahão https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/11247 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Visões sobre a África: representações e estereótipos coloniais nas capas da revista Visão, Portugal (2006-2019) https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13067 <p class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O presente ensaio analisou as representações sobre a África e os africanos nas </span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">capas das edições da r</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">evista portuguesa</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><em> Visão</em></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">, publicadas entre 2006 e 2019. Os resultados obtidos pela investigação, referenciados pelos estudos africanos e culturais, identificaram a existência de dois eixos discursivos hegemônicos. O primeiro associa a África às narrativas eurocêntricas e colonialistas. O segundo veicula referências racistas e estereotipadas. Esses </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">discurso</span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">s se reinscrevem no cotidiano das notícias e (re)produzem </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR">imagens</span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> negativas, estruturadas pelas representações coloniais, racistas e por novas fórmulas de subalternização e inferiorização do continente. </span></span></p> Anderson Ribeiro Oliva Copyright (c) 2021 Anderson Ribeiro Oliva https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13067 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Vida social e economia dos Humbi do Sudoeste angolano: aproximações a partir do padre Carlos Estermann https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13073 <p>Este artigo tem como finalidade apresentar uma discussão sobre os aspectos da vida social e econômica dos Humbi, povos agropastoris, habitantes do Sudoeste de Angola a partir dos relatos do Padre Carlos Estermann, missionário da Congregação do Espírito Santo no contexto colonial português e seus estudos etnográficos sobre as sociedades que pretendia evangelizar. Utilizaremos como fonte primária o segundo volume etnográfico escrito por Estermann, intitulado:<em> Etnografia do sudoeste de Angola. Vol.&nbsp; 2 </em>(Estermann, 1957).</p> Washington Santos Nascimento, Inês Almeida Silva Oliveira Copyright (c) 2021 Washington Santos Nascimento, Inês Almeida Silva Oliveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13073 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 História e historiografia da imprensa angolana oitocentista: notas teóricas e metodológicas https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13063 <p>Este artigo interpreta historicamente a produção de periódicos na segunda metade do século XIX, apresentando um balanço do estado da arte, às metodologias empregadas, às dinâmicas e particularidades desse tipo de imprensa, assim como, analisa as circunstâncias do seu lugar de inserção, suas ligações com diferentes poderes, recepção e audiência no âmbito do sistema colonial português.</p> Eduardo Antonio Estevam Santos Copyright (c) 2021 Eduardo Antonio Estevam Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13063 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 “N’biri Birin” renasce: praticando a descolonização do currículo escolar a partir das canções do grupo “N’gola Ritmos” (1947-1959) https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13070 <p>O artigo apresenta uma proposta de ressignificação de conteúdos relacionados ao colonialismo em Angola com base numa abordagem pedagógica decolonial e inovadora. Para tanto, trabalharemos com canções-lamento do grupo musical angolano “N’gola Ritmos”. As canções, compostas e interpretadas na língua quimbundu, apresentam características importantes relacionadas à cultura nacional, como a tradição oral, e apontam, também, aspectos cruciais relacionados à violência do sistema colonial naquele país. Cumpre destacarmos que a proposta sinaliza possibilidades em torno da descolonização do currículo escolar ao destacar o trabalho de investigação musical realizado pelo líder-fundador do conjunto, Liceu Vieira Dias, e ao iluminar o papel de músicos angolanos que ao valorizarem a alteridade, naquele contexto específico da história, ousaram legitimar suas ações a partir de suas próprias visões de mundo.</p> Amanda Palomo Alves Copyright (c) 2021 Amanda Palomo Alves https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13070 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Apresentação https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13152 <p>Apresentação do Dossiê África: saberes, pesquisas e aprendizagens</p> Flávia Maria de Carvalho, Ingrid Silva de Oliveira Leite Copyright (c) 2021 Flávia Maria de Carvalho, Ingrid Silva de Oliveira Leite https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13152 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 O racismo estrutural no Brasil: desafios para o pensamento e atitudes antirracistas https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12361 <p>Silvio Almeida, um homem negro que percebeu ao longo de sua vida as exceções dadas aos de sua cor, soube indagar e perceber o racismo mesmo em suas formas mais sutis. De formação jurídica e filosófica, trouxe para seu livro <em>Racismo estrutural</em> análises balizadas no Direito, na Filosofia, na Economia e na Ciência Política, sem contudo abandonar a Sociologia e a História. Essas duas última tem em grande medida, conduzido o debate em torno da questão racial desde o fim da escravidão. E ao enveredar pela teoria social, Almeida nos apresenta os diversos entremeios em que o racismo se instalou para compor um racismo estrutural no Brasil.</p> Ricardo Alves da Silva Santos Copyright (c) 2021 Ricardo Alves da Silva Santod https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12361 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Civilização, tronco de escravos: Um protesto radical pela liberdade integral https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12973 <p>Resenha da obra <em>Civilização, trondo de escravos</em> da educadora anarquista brasileira Maria Lacerda de Moura. A obra recebeu uma nova edição, lançada em 2020 pela editora Entremares e organizada pelas pesquisadoras e professoras Patrícia Lessa e Cláudia Maia.</p> Nabylla Fiori de Lima Copyright (c) 2021 Nabylla Fiori de Lima https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/12973 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300 Novas histórias e perspectivas sobre a África contemporânea https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13069 <p>Resenha da obra:</p> <p>ZUBERI, Tukufu. <em>Independência Africana</em>: Como a África Contemporânea redefiniu o mundo. 1ª Edição. Curitiba: Brazil Publishing, 2021.</p> Rogéria Alves Copyright (c) 2021 Rogéria Alves https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/ https://www.seer.ufal.br/index.php/criticahistorica/article/view/13069 qua, 01 dez 2021 00:00:00 -0300