NOVOS OLHARES PARA NOVOS PERTENCIMENTOS: MUSEUS E COMPETÊNCIAS TRANSCULTURAIS

Autores

  • Giovanna Del Gobbo Università Degli Studi Di Firenze/It.

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2013v5n9p01

Palavras-chave:

Museus, competências transculturais, educação patrimonial, processos cognitivos.

Resumo

Hoje, de forma cada vez mais rápida, os fenômenos de mundialização levaram de um lado a contatos culturais mais frequentes e difundidos, com uma mudança de escala ao nível espacial e temporal, que anulou as mediações e que requer a interpretação desta pluralidade cultural, percebida como pervasiva, “aqui e agora”. Trata-se sempre mais de superar um mero tomar conhecimento do pluralismo cultural para encontrar formas reais de intercultura. Se intercultura quer dizer diálogo, ou seja comunicação, relação entre pontos de vista diversos, complementariedade das visões, o termo transcultural pode colocar em evidência a possibilidade de ir além da relação e criar algo de novo, que nasce do encontro, mas que vai além do encontro: algo de qualitativamente diverso que ainda não existe, que tem que ser construído e situa-se em um plano diferente, que requer códigos diversos de interpretação. Mas quais podem ser os espaços para construir relações que tenham êxitos inéditos? Um museu também pode tornar-se território de mediação, de encontro e confronto, de empréstimos e intercâmbios: o museu em si parece ser o lugar da relação entre saberes diversos.

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Publicado

23/06/2013

Como Citar

DEL GOBBO, G. NOVOS OLHARES PARA NOVOS PERTENCIMENTOS: MUSEUS E COMPETÊNCIAS TRANSCULTURAIS. Debates em Educação, [S. l.], v. 5, n. 9, p. 01, 2013. DOI: 10.28998/2175-6600.2013v5n9p01. Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/965. Acesso em: 18 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos