https://www.seer.ufal.br/index.php/latitude/gateway/plugin/AnnouncementFeedGatewayPlugin/atom Latitude: Notícias 2021-07-26T09:52:24-03:00 Open Journal Systems <img src="/public/site/images/ferssa/Apresentação_site_latitude6.jpg" alt="" /> https://www.seer.ufal.br/index.php/latitude/announcement/view/169 Chamada para publicar nos próximos dossiês 2021-07-26T09:52:24-03:00 Latitude <p>A revista Latitude, vinculada ao Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), torna pública a chamada de trabalhos para compor os dossiês de seus próximos números.</p> <p>&nbsp;</p> <p>***</p> <p><strong>Dossiê: "Cidade Vestida- corpos, trajes, fantasias e artefatos".</strong></p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Carlos Eduardo Santos Maia, </strong>professor Titular na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF);</p> <p><strong>Marluci Menezes, </strong>investigadora do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Lisboa; e</p> <p><strong>Rosemere Santos Maia, </strong>professora Titular aposentada pela UFRJ e atualmente é professora visitante no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Apresentação do dossiê:</strong></p> <p>O propósito do dossiê é pensar o par corpo-cidade a partir das vestimentas, trajes, fantasias, moda, artefatos e suas respetivas representações em objetos edificados. Para além do somente corpo humano, propõe-se captar a cidade-corpo a partir das manifestações do vestir decorrentes das redes de produção, propaganda e consumo, enfatizando aspectos socio-espaciais, estéticos, políticos, existenciais, etc, o que abre a possibilidade de se pensar sobre a relação que se manifesta como pele que cobre coisas edificadas – ex.: paredes, pavimentos, muros – e cuja expressão dá-se através de representações figurativas – por exemplo, em desenhos, pinturas, grafites, cartazes, publicidade – que podem ser mais ou menos duradouras. A partir de um enfoque multidisciplinar, visa-se prosseguir, aprofundar e ampliar a linha de pesquisa sobre a relação corpo-vestimenta-cidade (Maia, 2021). Sugere-se que vestes, roupas, trajes, indumentárias, fantasias, moda e artefatos se espacializam, a princípio, na escala da corporeidade, expondo relações ambientais, identitárias e culturais. Uma corporificação urbana cujos sinais do corpo vestido forjam e difundem representações sociais e da sociedade, o que atrai ou repele determinados sujeitos sociais, valora e enquadra um dado espaço e situação. Preconiza-se ainda que através da metáfora do vestir a coisa construída, o corpo e suas vestes não só evocam práticas e modos de experimentar e territorializar a cidade, bem como salienta atos criativos que contribuem para expor narrativas, memórias, histórias, convites, denúncias, ambiências (etc.) intrínsecos à urbe. O corpo vestido e manifesto ou representado no espaço – real ou virtual – oferece possibilidades de leitura da paisagem a partir da influência predominante ou cruzada de elementos naturais, socioculturais, arquitetónicos, geográficos, territoriais e de territorialidades. O ato de vestir o ser humano e as cidades transcende a necessidade básica de proteção, assumindo significados culturais e simbólicos espacializados e temporalizados, manifestando-se como um texto que nos revela o porquê e o como o corpo se mostra, representa e é representado. As pessoas e as cidades se vestem e são vestidas a partir de um processo de mudar e/ou sobrepor camadas à epiderme, fazendo lembrar as “cinco peles” da arte de Hundertwasser (Restany, 1987): a epiderme; o vestuário; a casa do Homem; o meio social e a identidade; o meio global – ecologia e humanidade. A partir de Thieme e Eicher (1987), considera-se que a definição de vestimenta assenta na tríade “forma material”, “ato de vestir” e “significado sociocultural”. O vestir relaciona-se às práticas corporais e às experiências multissensoriais e multiescalares, elando ao corpo outras escalas que abrem um campo de possibilidades concedidas ao corpo vestido. Convida-se, assim, à apresentação de artigos com perspetivas múltiplas sobre a temática, o que redundará em enfoques diversos sobre materialidades, significados e simbolismos de suplementos corporais no âmbito das Ciências Sociais e Humanas.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Bibliografia citada</strong></p> <p>THIEME, Otto C., EICHER, Joanne B. African dress: form, action, meaning. Africana Publishing, p. 115-138, 1987.</p> <p>Retrieved from the University of Minnesota Digital Conservancy. Disponível em http://hdl.handle.net/11299/162432.</p> <p>Maia, Carlos (Org.) (2021). Corpos cobertos desnundando espacialidades: vestimenta, roupa, traje, fantasia e moda na Geografia. Jundiaí: Paco Editorial.</p> <p>Restany, Pierre (1983). O poder da arte Hundertwasser: O pintor-rei das cinco peles. Germany: Taschen.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Recebimento de trabalhos até:</strong> 30 de setembro de 2021.</p> <p><strong>Previsão de publicação:</strong> jan. de 2022 (referente a ago./dez.2021).</p> <p>&nbsp;</p> <p>***</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>DOSSIÊ: REDES SOCIAIS EM CONTEXTO DA MUDANÇA: AS RELAÇÕES DE SOCIABILIDADE A PARTIR DAS PLATAFORMAS</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p>Coordenadores</p> <p><strong>Joaquim Fialho,</strong> analista de redes sociais e investigador integrado do CLISSIS;</p> <p><strong>Valéria Macedo, </strong>bolsista de Fixação de Recursos Humanos do CNPq - Nível C;</p> <p><strong>Elaine Dias, </strong>pesquisadora do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie), e do laboratório de ciência das redes, inovação e empreendedorismo, ligado ao Programa de Engenharia de Produção da COPPE/UFRJ e;</p> <p><strong>Larriza Thurler, </strong>pesquisadora do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie), e do laboratório de ciência das redes, inovação e empreendedorismo, ligado ao Programa de Engenharia de Produção da COPPE/UFRJ;</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Apresentação do dossiê:</strong></p> <p>O conceito de rede social é híbrido, complexo e passível de interpretações bem distintas de contexto para contexto. O conceito de rede social não é o resultado do processo de globalização, nem surge com a chegada da internet e, muito menos, é sinónimo de Facebook, Instagram, WhatsApp ou outras plataformas de comunicação virtual. O conceito de rede social tem o seu primeiro grande impulso com a sociometria de Jacob Moreno (nos anos 1930) e beneficia de raízes provenientes da sociologia, psicologia social e antropologia. Nesta linha, as redes sociais decorrem da dinâmica das relações que se estabelecem entre pessoas, organizações, grupos ou comunidades. Atualmente, as redes sociais online, redes digitais, redes virtuais ou redes sociais na internet, configuram um quadro de relações mediadas pela tecnologia digital e que divergem das redes sociais enquanto interações ancoradas em relações institucionais e pessoais. As redes sociais mediadas pelas estruturas digitais, são redes amplificadas, através das quais a “voz” dos seus atores beneficiam de um alcance incomensurável. O ser humano é eminentemente social e necessita do estabelecimento de interações sociais para a sua satisfação e integração num determinado grupo e/ou comunidade. Em oposição a este princípio elementar da vida em sociedade, a solidão surge como um estado de alguém vive afastado do mundo ou isolado do meio ou grupo social. Não pretendemos aqui construir uma tese maquiavélica sobre os consumos de produtos virtuais e a sua implicação direta nos processos de solidão digital. Porém, parece-me, que estamos perante um novo quadro axiológico de relações sociais que secundarizam a função presencial, o <em>face to face</em>. A sociedade das redes em que vivemos, e a força que as plataformas de comunicação virtual assumem nas sociedades contemporâneas, fazem com que os algoritmos funcionem como elemento estrutural e central na dinâmica do ecossistema digital, mapeando o alcance da sua influência. Hoje, vivemos no mundo das relações algorítmicas e somos meros seres numéricos, apanhados pelas teias da construção de mapas digitais em que estes refletem as nossas preferências, expectativas e interesses. A presente proposta contempla trabalhos inéditos no campo das ciências sociais que abordam aspetos teórico-conceituais, análises empíricas, panoramas e desafios colocados aos estudos das redes sociais, particularmente em eixos, como:&nbsp; capital social, redes&nbsp; de colaboração, gestão do conhecimento e as redes organizacionais, além das&nbsp; questões relativas à desinformação, fake news e o papel das redes sociais na sociedade de plataforma.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Recebimento de trabalhos até:</strong> 30 de março de 2022.</p> <p><strong>Previsão de publicação:</strong> Agosto de 2022 (referente a jan./jul.2022).</p> <p>&nbsp;</p> <p>***</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>DOSSIÊ: CIDADES NEGRAS NAS AMÉRICAS: A PRODUÇÃO DE POLÍTICAS DE ENFRENTAMENTO AO RACISMO</strong></p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p>Organizadores:</p> <p><strong>Reinaldo José de Oliveira</strong>, pesquisador vinculado ao Núcleo de Estudos Psicologia, Psicanálise, Identidade, Negritude e Sociedade - NEPPINS/UFRB e ao Núcleo de Estudos Urbanos – NEPUR/PUC-SP</p> <p><strong>João da Costa Vargas</strong>, docente da Universidade da Califórnia – Riverside</p> <p><strong>Regina Marques de Souza</strong>, professora do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFRB e</p> <p>coordenadora do Núcleo de Estudos Psicologia, Psicanálise, Identidade, Negritude e Sociedade - NEPPINS/UFRB.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Apresentação do dossiê:</strong></p> <p>O dossiê Cidades negras nas Américas: a produção de políticas de enfrentamento ao racismo, tem como objetivo compor reflexões, estudos e pesquisas que versem sobre o espaço urbano, relações étnico raciais, segregação, racismo e políticas públicas nas cidades dos territórios latino americano e norte-americano. A questão do direito à cidade, inicialmente, protagonizada por Henri Lefebvre, em nossa atualidade, deve ser observada por múltiplos quadros das desigualdades, em especial, o direito à igualdade étnico racial e às diferenças culturais das populações negras. É imprescindível contextualizar cidades, relações étnico raciais, segregação e políticas públicas em sociedades fundadas com históricos do escravismo, colonialismo, patriarcalismo e do capitalismo dos séculos XX e XXI.&nbsp; Regina Marques de Souza (2016), Reinaldo José de Oliveira (2016) e João Vargas (2016),) em suas produções, destacam as reflexões teóricas, empíricas e as observações sobre as realidades das cidades negras no Brasil e nas Américas: os aspectos sociais, históricos, geográficos, políticos, psicológicos, antropológicos, econômicos e urbanos de diferentes quadros do racismo e das estratégias dos sujeitos negros para a construção do direito à cidade. A produção nacional sobre espaço urbano, de um lado, é constituída por interpretações que centraliza o cenário das desigualdades socioeconômicas, como, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, em razão do mito da democracia racial e da política de embranquecimento. De outro lado, a recente produção dos pesquisadores negros e da diáspora, corroboram para a contextualização da população negra que habita o chão das cidades do capitalismo local, regional, nacional, sul-americano, norte-americano e global (SILVA, 2006; VARGAS, 2016; MBEMBE, 2020). Portanto, diante dos cenários da necropolítica, do mapa da violência, do desemprego, do racismo, do preconceito e da discriminação nos territórios, é central a proposição do dossiê, ressaltando a produção de saberes, práticas e tecnologias orientadas para a construção do direito à cidade, principalmente a intersecção da igualdade, da diferença e da diversidade. A concepção teórica metodológica sobre cidade negra tem como base os aspectos qualitativos e quantitativos (OLIVEIRA, 2016). O qualitativo reúne um acervo histórico, político, social, geográfico, religioso, econômico, urbano e psicológico, de transdisciplinaridade. Nas cidades fundadas durante o escravismo, por exemplo, as capitais de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, quase tudo no horizonte do ambiente construído, material e subjetivo, tem as inscrições materiais e subjetivas da população negra. Na perspectiva quantitativa, as cidades negras são os territórios que se apresentam com população acima da média dos quadros nacional, regional, estadual, municipal e do bairro. Segundo os dados do censo do IBGE, 2010, dentre as 100 maiores cidades com população negra (% em dados relativos), 68 delas estão localizadas no estado da Bahia, dentre as dez primeiras, oito estão localizadas no Recôncavo Baiano. Além dessa classificação, as cidades negras estão nos grandes centros (em dados absolutos), localizadas nas periferias, favelas, guetos, quebradas, nos conjuntos habitacionais de baixa renda, nas favelas e nas áreas próximas dos bairros ricos, porém, distantes da hierarquia social.&nbsp; Nossa proposta de dossiê buscara trazer para o debate diferentes realidades do urbano e da vida social da população negra: a segregação étnica racial, o planejamento urbano, o território e as territorialidades, o bairro negro, os movimentos sociais negros e a cidade, gênero, etnia raça e espaço urbano e as políticas públicas com ênfase nas relações étnico raciais e a cidade.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> <p><strong>Referências Bibliográficas </strong></p> <p>MBEMBE, Achille. Necropolítica – biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. São Paulo, n-1 edições, 2020.</p> <p>OLIVEIRA, Reinaldo José de. Territorialidade Negras e Segregação racial na cidade de São Paulo: a luta por cidadania no século XX. São Paulo, Editora Alameda, 2016.</p> <p>SILVA, Maria Nilza da. Nem para todos é a cidade: segregação urbana e racial em São Paulo. Brasília, Fundação Cultural Palmares, 2006.</p> <p>SOUZA, Regina Marques de. Cenários da Saúde da População Negra no Brasil – Diáslogos e Pesquisas. Cruz das Almas, Editora Fino Traço e Editora UFRB, 2016.</p> <p>VARGAS, João H. Costa. The Denial of Antiblackness: Multiracial Redemption and Black Suffering, 2018.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Recebimento de trabalhos até:</strong> 30 de agosto de 2022.</p> <p><strong>Previsão de publicação:</strong> jan. de 2023 (referente a ago./dez.2022).</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p>***</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>DOSSIÊ: ANGOLA ENTRE OS 45 E 50 ANOS DE INDEPENDÊNCIA: DESAFIOS, PERSPECTIVAS E POSSIBILIDADES</strong></p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p>Organizadores:</p> <p><strong>Gilson Lázaro, </strong>professor do Departamento de Sociologia (DS) da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN) e investigador colaborador no Centro de Estudos Africanos da Universidade Católica de Angola (CEA-UCAN), membro do Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais em África (CODESRIA) e da Associação Internacional de Ciências Sociais e Humanidades de língua portuguesa (AIPCSHLP).</p> <p><strong>Miriane Peregrino, </strong>doutora em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Brasil) com doutorado sanduíche na Universidade Agostinho Neto (UAN, Angola). Entre 2019 e 2020 foi assistente de pesquisa do Romanisches Seminar da Universität Mannheim (UNI-Mannheim, Alemanha) e atualmente faz estágio de pesquisa no Portugiesisch-Brasilianisches Institut da Universität zu Köln (Uni-Köln, Alemanha).</p> <p><strong>Yérsia Souza de Assis, </strong>Doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, Brasil) com doutorado sanduíche na Universidade Agostinho Neto (UAN, Angola). Pesquisadora colaboradora no NUER – Núcleo de Identidades e Relações Interétnicas/UFSC e GEPHADA/UFS. Atualmente colabora com GERTS/PPGAS/UFS e com CEDO – Centro de Estudos do Deserto/Angola. Integra também o projeto Kadila – Culturas e Ambientes/Brasil - Angola.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Apresentação do dossiê:</strong></p> <p>As datas são recursos históricos que mobilizam camadas dos mais diversos tipos da vida social. Compreendendo esta premissa, este número temático busca discutir a dinâmica do avançar de anos da Independência em Angola, país que, em 2020, completou 45 anos de Independência, e em 2022 se aproxima ainda mais, das suas primeiras cinco décadas independentes do colonialismo português. A história e formação da nação angolana ora se constrói através da literatura ora se reflete nela, e também em outros campos do conhecimento. Estes marcos são provocadores de novas análises, de reatualizações e lançamento de novos questionamentos sobre os processos sociais, históricos, culturais, de gênero, e literários, para citar alguns, que acompanham as paisagens sociais angolanas. No presente momento, o interesse dessa proposta de dossiê se organiza assim, em recepcionar trabalhos que discutam as dinâmicas contemporâneas de Angola, suas complexidades e desafios. Entendendo também que a contemporaneidade permite criar pontes de interlocução com o diverso passado recente (colonial, da independência, do pós independência) em Angola. Um dossiê temático que estará aberto às mais diversas áreas de saber e de conhecimento ancoradas entre as ciências humanas e sociais às formas de expressões artísticas.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Recebimento de trabalhos até:</strong> 30 de março de 2023.</p> <p><strong>Previsão de publicação:</strong> agosto de 2023 (referente a jan./jul.2023).</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p>***</p> <p><strong>Síntese do cronograma de publicação dos dossiês</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p>Edição: N. 2 de 2021 (jul./dez.2021) = <strong>Corpo-Cidade – vestes, fantasias e artefatos</strong></p> <p>Edição: N. 1 de 2022 (jan./jul.2022) = <strong>Redes Sociais em contexto da mudança: As relações de sociabilidade a partir das plataformas</strong></p> <p>Edição: N. 2 de 2022 (ago./dez.2022) = <strong>Cidades negras nas Américas: a produção de políticas de enfrentamento ao racismo</strong></p> <p>Edição: N. 1 de 2023 (jan./jul.2023) = <strong>Angola entre os 45 e 50 anos de independência: desafios, perspectivas e possibilidades</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p>***</p> <p>COMISSÃO EDITORAL</p> <p><strong>Editor-Geral</strong></p> <p>Cristiano das Neves Bodart, Universidade Federal de Alagoas (UFAL)</p> <p><strong>Conselho Editorial</strong></p> <p>Luciléia Aparecida Colombo, UFAL, Brasil</p> <p>João Batista Bittencourt, Universidade Federal de Alagoas, Brasil</p> <p>Welkson Pires, Universidade Federal de Alagoas, Brasil</p> <p><strong>Auxiliar editorial</strong></p> <p>Pedro Vitorino, Universidade Federal de Alagoas, Brasil</p> <p><strong>Gerente de assuntos internacionais</strong></p> <p>Plácido Adriano de Moraes Nunes, Universidade Federal de Alagoas, Brasil</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2021-07-26T09:52:24-03:00