INFLUÊNCIA DO PRIMEIRO CICLO DE COCÇÃO DA PORCELANA NA FORÇA DE DESTORQUE EM PARAFUSOS DE ESTRUTURAS IMPLANTO-RETIDAS

Autores

  • Laís de Andrade França
  • Wagner Sotero Fragoso
  • Wagner Sotero Fragoso
  • Vanio Santos Costa
  • Vanio Santos Costa
  • Marcos Aurélio Bomfim da Silva
  • Marcos Aurélio Bomfim da Silva

Resumo

Este trabalho avaliou a resistência ao destorque em parafusos de estruturas implanto-retidas fundidas em níquel-cromo após fundição e simulação da cocção da camada opaca da porcelana. Dois implantes hexágono externo - com 3,75 mm de diâmetro – foram posicionados na posição de segundo pré-molar e segundo molar num troquel de resina acrílica expondo apenas suas plataformas. Foram confeccionados 10 troqueis. Para cada troquel foi fundida uma infraestrutura utilizando-se dois cilindros calcináveis tipo UCLA. A amostra foi submetida a força de torque de seus parafusos a 20 Ncm, por meio de um torquímetro digital (Torque Meter TQ-8800; Lutron), e reapertados após 10 minutos. A força de destorque foi registrada após 24 horas do torque inicial. A resistência ao destorque foi analisada após fundição da estrutura e simulação do primeiro ciclo de cocção da porcelana (opaco). Foram obtidas médias de destorque para cada estrutura. Os dados foram analisados estatisticamente pelos testes ANOVA one-way e Bonferroni, com nível de significância de 5% (p<0,05). Os valores das médias da força de destorque do parafuso foram 13,95 ± 1,12 Ncm para pós-fundição e 15,20 ± 1,18 Ncm para ciclo opaco. A força de destorque após a fundição foi significativamente menor do que a obtida para o grupo que simulou o ciclo de cocção da porcelana (p<0,05). Verificou-se que o primeiro ciclo de cocção da porcelana influenciou a resistência ao destorque e que os valores de destorque aumentaram com a cocção do opaco.

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Publicado

04/08/2019