OS ASPECTOS TOMOGRÁFICOS DA FENDA PALATINA MEDIANA: RELATO DE CASO

Autores

  • Jessica Stherphanny Medeiros de Oliveira Moraes
  • Diogo Gomes Brandão
  • Kimberlly Besley Rufino da Silva
  • Carlos Eduardo dos Santos
  • Vânio Santos Costa
  • Wagner Sotero Fragoso
  • Luciana Cavalcanti de Araújo

Resumo

A complexidade do desenvolvimento facial embrionário talvez seja responsável pelo aparecimento de inúmeras anomalias congênitas relacionadas à face; as malformações faciais compõem um grande problema de discriminação na sociedade pelas implicações estéticas, funcionais e psicológicas que trazem aos indivíduos afetados. Entre as malformações da face destacam-se as fissuras que afetam lábio e/ou palato, que são comuns em todos os grupos raciais e são popularmente chamadas de “lábio leporino” e/ou “goela de lobo”. O palato forma-se a partir dos primórdios palatino primário e secundário, apresentando portanto, origens embriológicas diferentes. Seu desenvolvimento inicia-se no final da quinta e completa-se na décima segunda semana, e o período critico nos seres humanos está compreendido entre o fim da 6° semana o começo da 9°. A Fenda Palatina é uma malformação congênita caracterizada por aberturas ou descontinuidades das estruturas do palato, de localização e extensão variáveis; as possíveis causas etiológicas envolvidas no surgimento dessas fissuras podem ser divididas em fatores genéticos e fatores ambientais. O caso em questão trata-se de um paciente do sexo masculino, 28 anos que apresenta fenda palatina mediana, exposta através do exame tomográfico; o mesmo confere informações precisas referentes à localização, classificação e extensão da patologia em questão; levando em consideração esses aspectos, o exame tomográfico é um método eficiente e uma importante ferramenta tanto de diagnóstico como de planejamento terapêutico, possibilitando a investigação das diversas alterações em tecidos duros, como dentes e ossos do complexo maxilofacial.

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Publicado

22/08/2019