Diagnóstico de um Mal-Estar Historiográfico: Os limites do conhecimento analítico-discursivo

Autores

  • Ulisses do Vale Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.28998/rchvl2n04.2011.0013

Resumo

Este artigo compõe-se de algumas reflexões sobre os fundamentos supra-empíricos do conhecimento disciplinar geralmente aplicado à historiografia, seja ela considerada uma ciência ou não. Os condicionamentos supra-empíricos designados pelos conceitos de sentido e valor, bem como a distinção entre o significado prático de uma teoria ou interpretação teórica e o seu respectivo valor cognitivo, podem esclarecer aspectos do conhecimento histórico que o imunizem da má-consciência gerada pelo fato de estar refém do discurso e da linguagem. Dentre eles, o aspecto mais urgente a ser esclarecido corresponde ao o quê significa, em História, “ser causado.”

Biografia do Autor

Ulisses do Vale, Universidade Federal de Goiás

História Moderna

Referências

NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência. São Paulo, Cia das Letras: 2001.

RICKERT, Heinrich. Ciencia Cultural y Ciencia Natural. Madrid, Ediciones Castilla: 1965.

CHLUCHTER, Wolfgang. The Rise of Western Rationalism: Max Weber’

Developmental History. California, University of California Press: 1981.

WEBER, Max. Metodologia das Ciências Sociais I e II. Campinas, Ed. Unicamp: 2001.

Downloads

Publicado

01/12/2011

Como Citar

do Vale, U. (2011). Diagnóstico de um Mal-Estar Historiográfico: Os limites do conhecimento analítico-discursivo. Revista Crítica Histórica, 2(4). https://doi.org/10.28998/rchvl2n04.2011.0013

Edição

Seção

Fluxo Contínuo