PROFISSÃO DOCENTE DO SÉCULO XVIII AO XIX NO PROCESSO CIVILIZATÓRIO PORTUGUÊS

Autores

  • Vera Maria dos Santos UFS
  • Thadeu Vinícius Souza Teles UFS
  • Simone Silveira Amorim UFS

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2012v4n7p48

Resumo

A discussão apresentada neste artigo busca entender a conformação da profissão docente diante do processo de civilização no século XVIII, a partir das Reformas Pombalinas da Instrução pública no século XVIII. A necessidade desse artigo está circunscrita no embasamento encontrado durante pesquisa bibliográfica de três trabalhos de pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe: "A mulher de posses e a instrução dos órfãos setecentista sergipanos", "A configuração do trabalho docente em Sergipe no século XIX" e "O papel do ensino da língua inglesa na formação do perfeito negociante (1759-1846)". Para desenvolver esta análise, é importante considerar a realidade do Iluminismo português implementada pela Reforma Pombalina do ensino e concretizado a partir da expulsão dos jesuítas e da substituição da sua ação educativa por uma nova dinâmica racionalista, que respeitava a hierarquia eclesial e ainda se subordinava ao Estado. Destacamos que por se tratar de um trabalho que reúne teóricos que embasam a discussão das pesquisas acima mencionadas, o presente artigo não intenciona apresentar resultados conclusivos.

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Publicado

14/10/2012

Como Citar

SANTOS, V. M. dos; TELES, T. V. S.; AMORIM, S. S. PROFISSÃO DOCENTE DO SÉCULO XVIII AO XIX NO PROCESSO CIVILIZATÓRIO PORTUGUÊS. Debates em Educação, [S. l.], v. 4, n. 7, p. 48, 2012. DOI: 10.28998/2175-6600.2012v4n7p48. Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/657. Acesso em: 19 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos