Cadê as crianças negras que estão aqui?: o racismo (não) comeu.

Míghian Danae Ferreira Nunes

Resumo


O racismo está presente nas relações sociais e se manifesta de maneira complexa, alcançando as crianças em intrincadas conexões com outras categorias, a saber, sexo/gênero, origem e idade. Este artigo está dividido em três seções: na primeira delas, realizo uma breve apresentação de alguns estudos na área das ciências humanas sobre as crianças negras, produzidos a partir da década de cinquenta no Brasil até os dias atuais, buscando compreender qual a representação da criança negra brasileira foi por eles produzida. Na segunda seção, discuto as possibilidades de pensar estudos mais recentes sobre crianças negras que agreguem observações realizadas pelos estudos pioneiros, mas sem esquecer que as crianças negras estão presentes não apenas pelo que lhes faltam (ou dizem-lhes faltar) e sofrem, mas também por aquilo que são. Compreendo assim ser possível organizar outros modos de vista para estas crianças que não apenas aqueles ancorados na exclusão, para que não sejam engolidas pelo racismo instalado não apenas em nossa organização social, mas também em nosso modelo de fazer ciência. Em uma última seção, a partir da constituição de novos problemas, apresento aquilo que identifico como contribuição das crianças negra para os estudos sociais da infância. As crianças negras brasileiras estão vivas.


Palavras-chave


crianças negras; raça; racismo; estudos sociais da infância.

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Referências


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