Trabalho e habitus: possíveis pistas ontológicas apreendidas do diálogo entre os “jovens” Lukács e Bourdieu

Autores

  • Tabata Berg UNICAMP

Palavras-chave:

Trabalho, habitus, mediação, práxis, ontologia, categoria

Resumo

Propomos, deste modo, estabelecer neste artigo um diálogo crítico entre os textos de “juventude” destes autores, ressaltando que, ao partirmos de um recorte temporal entre “juventude” e “maturidade”, o fazemos enquanto uma divisão exclusivamente geracional a ser utilizada como recurso método-analítico. Logo, este artigo não tem qualquer pretensão em defender uma separação substantiva e radical entre as obras nesses recortes temporais – capaz de fundar uma oposição: jovem X velho. Ao contrário, defendemos uma relação genética entre as etapas, ainda que com rupturas e mudanças qualitativas fundamentais. Elencamos, para tanto, duas categorias – hipótese levantada neste artigo – que, a nosso ver, concentram a questão do lugar da subjetividade na teoria social, ou, para começarmos a apontar os pressupostos que perpassam nossa pesquisa, a relação entre a subjetividade (consciência) e objetividade, do ponto de vista de uma ontologia materialista do ser social. São elas: trabalho e habitus.

 

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Publicado

16/05/2018

Como Citar

Berg, T. (2018). Trabalho e habitus: possíveis pistas ontológicas apreendidas do diálogo entre os “jovens” Lukács e Bourdieu. Latitude, 8(2). Recuperado de https://www.seer.ufal.br/index.php/latitude/article/view/1617

Edição

Seção

Artigos