EDUCAÇÃO INDÍGENA: QUANDO A LINGUAGEM DETERMINA PRÁTICAS DOCENTES DIFERENCIADAS

Autores

  • Monica Rabello de Castro PPGE Universidade Estácio de Sá
  • Carlos Rodrigues de Moraes Neto PPGE UNESA - Museu Nacional
  • Rosy Anne Miranda Soares PPGE UNESA

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2017v9n18p63

Palavras-chave:

Trabalho docente. Professores indígenas. Multilinguismo.

Resumo

Este estudo teve como objetivo analisar o trabalho docente de professores indígenas, na diversidade linguística da cidade de Macapá. Entrevistas foram meio de interlocução com cinco professores de indígenas sobre suas práticas pedagógicas, tendo como pano de fundo uma região multilinguista. A pesquisa adotou como referencial a teoria das representações sociais. Para a análise dos dados, adotamos como metodologia a técnica do modelo da estratégia argumentativa, que tem por objetivo a análise de discursos, identificando acordos e controvérsias para o acesso às representações. Os professores reconhecem o papel da escola como agente cultural cuja força provém do seu estatuto de instituição, esperando que as diversas culturas não sejam “diluídas” na cultura dos karaikõ (dos não índios). Os alunos, no entanto, querem participar da cultura não índia, pois a sua vida individual autônoma depende dessa integração.

Biografia do Autor

Monica Rabello de Castro, PPGE Universidade Estácio de Sá

Estudos sobre linguagem nos processos educativos com ênfase nas Representações Sociais em articulação com a Teoria da Argumentação. Trabalho docente.

Downloads

Publicado

30/08/2017

Como Citar

CASTRO, M. R. de; MORAES NETO, C. R. de; SOARES, R. A. M. EDUCAÇÃO INDÍGENA: QUANDO A LINGUAGEM DETERMINA PRÁTICAS DOCENTES DIFERENCIADAS. Debates em Educação, [S. l.], v. 9, n. 18, p. 63, 2017. DOI: 10.28998/2175-6600.2017v9n18p63. Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/3382. Acesso em: 28 jan. 2023.

Edição

Seção

Dossiê "A interface educação e linguagem: pesquisas em leitura, escrita e variação linguística"