EDUCAÇÃO CONTINUADA, QUALIDADE E DIVERSIDADE: UM OLHAR COMPLEXO SOBRE APRENDENTES JOVENS E ADULTOS

Autores

  • Andréia Cristina da Silva Soares UERJ
  • Jane Paiva UERJ
  • Luciana Bandeira Barcelos UERJ

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2014v6n11p17

Palavras-chave:

Educação continuada, Práticas culturais, Educação de Jovens e Adultos.

Resumo

O presente artigo trança concepções e sentidos de educação continuada na sociedade contemporânea, como vertente da educação de jovens e adultos, admitindo-se ser ela reveladora de ações e atos de aprendizagem resultantes de práticas culturais de sujeitos no e com o mundo, por meio das quais jovens e adultos se educam ao longo da vida. A existência de formulações legais no campo da educação de jovens e adultos, pela vertente escolarização, não garantem o direito de todos à educação como direito social, uma conquista histórica antes negada a esses sujeitos. Indaga-se em que espaços essa concepção de educação continuada, consequência e necessidade da vida contemporânea, se efetiva, como se desenvolve e se vem sendo reconhecida como constituinte de modos de ser e de aprender dos sujeitos, em ação nas práticas sociais e culturais. Se práticas culturais educam e promovem processos de aprendizado, podem ressignificar sentidos atribuídos a currículo, nas escolas. Nessas escolas, os currículos, de valor indiscutível e presença relevante na cultura escolar, parecem ter-se afastado das práticas culturais dos sujeitos, o que exige problematizar o que tem sido chamado de qualidade da oferta educativa. Qualidade — tanto em processos de escolarização formal, quanto na perspectiva de aprendizados ao longo da vida, próprios da educação continuada, ampara-se na perspectiva de educação como formação humana, que pressupõe aprendizados de forma continuada, ao longo de toda a vida.

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Publicado

01/07/2014

Como Citar

SOARES, A. C. da S.; PAIVA, J.; BARCELOS, L. B. EDUCAÇÃO CONTINUADA, QUALIDADE E DIVERSIDADE: UM OLHAR COMPLEXO SOBRE APRENDENTES JOVENS E ADULTOS. Debates em Educação, [S. l.], v. 6, n. 11, p. 17, 2014. DOI: 10.28998/2175-6600.2014v6n11p17. Disponível em: https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/1328. Acesso em: 8 dez. 2021.

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